Autor: Euriano Sales
Vou contar-lhe a história
De José governador
Mas antes vou lhes falar
De Isaque seu avô
Fiel esposo de Rebeca
E temente ao Senhor
Isaque fí da promessa
Do Senhor Deus a Abraão
Que prometeu a descendência
Dele uma grande nação
Nação essa separada
Por Deus pra salvação
Rebeca gerou Esaú
E a Jacó o abençoado
Que tornou-se o primôgenito
E Esaú o rejeitado
Pois trocou a primogenitura
Por um prato de guisado
Raquel virou sua esposa
Mas não foi moleza não
Trabalhou Quatorze anos
Pra puder ter sua mão
E depois desse tempo todin
Virou genro de Labão
Antes dele ter Raquel
Jacó se casou com Lia
Mas a bíblia nos relata
Que a Raquel ele amaria
E lia teve cinco filhos
Mas de Raquel nada saia
Clamou Raquel a Jacó
Dai-me filho se não morro
Jacó ficou chateado
E lhe deu um bom esporro
Mas Deus viu sua aflição
E partiu em seu socorro
Jacó já tinha dez filhos
QUa Raquel a luz deu
Deus a tirou de sua vergonha
E foi José que ela concebeu
Depois dele ainda veio
Benjamim, o último seu
José sempre foi criado
Com a amor e dedicação
E devagar foi se inchando
O coração dos seus irmão
Bastou Jacó dar-lhe uma túnica
Pra gerarem uma má ação
José era um bom moço
Que nos seus sonhos Deus falava
Um dia invetou de contar
Aos irmão o que sonhava
Falou dos feixes dos irmãos
Que perante o seu prostavam
Falou também de outro sonho
Esse bem mais complicado
Diante de sua prensença
Sol e lua inclinado
Esse sonho fez de josé
O irmão mais odiado
Certo dia Jacó mandou
Seus irmãos ele espiar
Quando viram a José
Começaram a planejar
Em suas mente sujas
Uma forma de lhe matar
Agarraram a José
Sua túnica tiraram
Procuraram uma cisterna
E lá dentro o jogaram
Até que vieram os mercadores
E por José eles pagaram
Vinte moedas de prata
Foi o valor que foi comprado
Pra consolar o seu pai
Lhe mandaram um recado
Mancharam a túnica de sangue
E disseram: Jacó, ele foi atacado
O mercadores que o levaram
A José não tinham dó
Lhe arrastaram como escravo
Para as terras de Faraó
No Egito ele foi
Aprender se virar só
Quando o puseram à venda
Vários vieram olhar
Diante de tantos clientes
Um o preço quis pagar
Era o ofcial do rei
E se chamava Potifar
Deus estava com José
E em tudo prosperava
Tudo o que eles comiam
Era josé que plantava
Diante de tanta fartura
A casa toda se alegrava
Potifar crescia tanto
Que nem carretel de linha
Era tanta coisa boa
Nem sabia de onde vinha
Ordenou então a José
Administrar o que ele tinha
José era moço forte
Bonito e arrumado
Era amigo do patrão
A quem lhe tinha confiado
Tudo o que tinha na casa
Menos a mulher ao lado
Essa mulher que vos falo
É a esposa de Potifar
Era mulher muito folgosa
Que a José passou olhar
O seu corpo belo e forte
Começou a cobiçar
Certo dia essa mulher
Depois de muito insistir
Resolveu bolar um plano
Pra fazer José cair
Arrastou para o seu quarto
E tentou José despir
Mas José deixou bem claro
Que nada iria fazer
Pois um pecado deste tamanho
Não iria cometer
Ela ficou injuriada
E José só fez correr
Mas ele não percebeu
O que tinha esquecido
A capa que ele usava
No quarto havia caido
Ela se aproveitou disso
E inventou um acontecido
Disse ao seu marido
Esse hebreu quis me usar
Viu que eu estava só em casa
E veio comigo deitar
Olha a capa que deixou
Quando começei gritar
Potifar muito zangado
O transformou em prisioneiro
Mas Deus estava com José
Cuidando do seu paradeiro
Pôs na vida dele agora
Um amigo carcereiro
E ali dentro da prisão
José era respeitado
Até a chave da cadeia
A ele foi confiado
José cuidava de tudo
E pelo preso era amado
Certo dia Faraó
Se zangou com seu copeiro
E mandou-lhe pra prisão
Junto com seu padeiro
Prisão essa que estava
José e o carcereiro
Outro dia de manhã
Após ter se levantado
José viu seus companheiro
E os sentiu mei pertubado
Foi com eles conversar
E soube que haviam sonhado
Sonho esse tão confuso
Que não tinha explicação
José pediu que lhe contasse
Pois Deus daria a solução
E depois de ouvir o sonho
Veio a interpretação
O copeiro viu uma cepa
De videira com três vara
E surgia muito vinho
Que do seu cacho brotava
Ele enchia um belo copo
E a Faraó entregava
José não demorou muito
Para o sonho interpretar
Disse que dentro de três dias
Ao seu trabalho ia voltar
E o copo de Faraó
Novamente ia entregar
Depois dessa explicação
Ao copeiro ele pediu
Pra lembrar do velho amigo
Que na cela o acudiu
E a rogar a Faraó
Lebertá-lo do covil
Veio então o padeiro
O seu sonho lhe contar
Disse que via três cestos
Na cabeça equilibrar
Nos primeiro haviam pães
E no úlitmo um manjar
O céu se encheu de aves
E pro cestos elas olharam
Veio em direção a ele
E as comidas devoraram
Inspirado por seu Deus
José logo lhes contaram
Contou ele ao padeiro
Que não ia escapar
Depois de três dias
Faraó ia mandar
Cortar sua cabeça
E dar pras aves devorar
Todo o que José falou
Direitinho aconteceu
O copeiro no seu posto
E o padeiro faleceu
Mas o copeiro nem lembrou
De José o moço Hebreu
Depois de uns dois anos
Veio de Deus a provisão
Pois Faraó teve um sonho
Que não tinha explicação
Tentou saber de todo jeito
Mas ninguém dizia não
Faraó tinha sonhado
Com vaca e mungido
Sete gordas e sete magras
Que do nilo tinha saído
As mais magra e feinhas
As mais gorda tinha comido
Em seguida ele viu
Muita espiga a brotar
De um mesmo pé de milho
Sete espigas de babar
Mas também saiu mais sete
Que eram feias pra danar
As sete espigas feias
Nun instante engoliram
As sete espigas boas
De repente se sumiram
Não teve quem explicasse
O que o rei e o Egito viram
O copeiro sabendo disso
Nun instante se lembrou
Daquele rapaz bem moço
Que o seu sonho interpretou
Falou dele pra Faraó
Que na merma hora o chamou
Depois de ter se lavado
E a barba aparar
José saiu da prisão
Para sonhos explicar
Faraó contou-lhe tudo
Para ele interpretar
E depois de ouvir aquilo
José vei a lhe dizer
Que as sete vacas boas
E as espigar iam ser
Sete anos de fartura
Que o Egito ia viver
Mas depois de sete anos
Viria a maldição
Pois as sete espiga magras
E as vacas feias serãi
Sete anos de miséria
E de total destruição
Faraó muito espantado
Não sabia o que fazer
José vendo sua aflição
Uma idéia veio a ter
Deu conselho a Faraó
Pra na fome não morrer
Disse que achasse um homem
De muuuuita sabedoria
Pra que nos ano de fartura
Colhesse tudo que podia
E organizasse direitinho
Pros anos de agonia
Faraó na merma hora
Falou sem pestanejar
Homem mais sábio de José
Não irei encontrar
Vou lhe dar autoridade
Pro Egito governar
José agora importante
Com uma mulher se casou
O seu nome era Azenate
E ele muito amou
Teve dois filho com ela
Pelo qual ele chamou
Manassés e Efraim
Esses foram os seus nome
Eles nasceram à um ano
Do Egito passar fome
Eram crianças felizes
Que só dormem, bebe e come
Os sete anos de fome
Foram dias de tribuações
O Egito estava farto
Mas faltava em outras nações
Todos iam até José
Lhe comprar as provisões
Na terra Canaã
Estava o servo Jacó
Junto com seus onze filhos
A barriga dava nó
A fome apertava tanto
Que chegava a dar dó
Jacó enviou seus filhos
Ao Egito pra comprar
Alimente para ele
Por na mesa do jantar
Mas seu filho Benjamim
Eles não iam levar
Diante do governador
Os irmão tavam prostados
José logo os reconheceu
E ficou admirado
Diante dele de joelhos
O Sonho era relizado
José vendo aquela cena
Decidiu uma aprontar
Disse que era espiões
E que nada iam levar
Mas rogaram a José
Pra poderem explicar
Da terra de Canaã
Eles disseram que vieram
Era num total de doze
Mas um eles não trouxeram
Um outro irmão sumiu
Nunca mais eles souberam
Depois de ouvir aquilo
José não aliviou
Mandou pegar eles tudin
E na cela os lançou
Disse que tinhas que provar
A história que lhe contou
Foram três dias de angústia
Quando José mandou soltar
Mandou ficar somente um
E os outros fez buscar
O irmão mais novo deles
Que Jacó não quis mandar
Quando eles foram embora
A comida eles levaram
E no meio do caminho
Foi ai que repararam
Que o dinheiro da comida
Dentro dos sacos voltaram
Jacó soube da história
E também do tal pedido
De levar o outro irmão
E ficou entristecido
Mas tinha que libertar
O outro que ficou retido
Chegando ao Egito
José os mandou levar
Para sua nobre casa
Que com eles ia jantar
Ficaram morrendo de medo
De José os incriminar
Perguntou José a eles
Se seu pai estava bem
Depois viu a Benjamim
E lhe perguntou também
Se era o irmão mais novo
Que eles queriam tanto bem
Depois da confirmação
José aprontou de novo
Mandou nos sacos colocarem
O dinheiro do seu povo
E no saco de Benjamim
O seu cálice de prata novo
Quando eles iam embora
José os mandou prender
Pois quem robou seu cálice
Ia se arrepender
Ai daquele que fez isso
Seu escravo ia ser
Todos se apavoraram
Quando o cálice foi achado
Foi no saco de Benjamim
Logo do irmão amado
Então diante de José
Eles caíram prostados
José vendo aquela cena
Não podia mais segurar
Todo aquele segredo
Ele pôs a revelar
Seus irmãos admirados
Começaram a chorar
José ordenou a eles
Para ir buscar seu pai
E trazer suas famílias
E também seus animais
Pois aquela velha terra
Não iriam ver jamais
Ao chegaram em Canaã
Ao seu pai contaram o que viu
Jacó se encheu de alegria
E com um sorriso retribuiu
Para a terra do Egito
Pegou as malas e partiu
Ao rever seu filho amado
Jacó não aguentou
Se lançou em seus braços
E aos prantos desabou
José recebeu seu pai
E ao Faraó apresentou
O melhor daquelas terras
José veio a lhes dar
Era terra de Gósen
Lugar bom pra se plantar
Jacó viveu mais uns aninho
Até Deus lhe arrematar
E essa foi a grande história
De José o moço hebreu
Homem reto e temente
A Jeová o Senhor Deus
Viveu cento e dez anos
E no egito feleceu
09/01/2010
03/01/2010
A história da IBC em Cordel
Autor: Euriano Sales
Valei-me meu Deus do céu
O fim do ano já chegou
Inda me lembro do ano passado
Do desafio que o pastor lançou
Fincou em nóis raizes e rumos
E durante o ano todin adubou
Pense num adubo bom
Com a igreja todinha mexeu
Buliu com os jovens e as crianças
Muuuita gente se converteu
Num reparou não nas cara nova
Que a mão no culto estendeu?
Pois foi sim senhor...
Deus já fez muita coisa nessa IBC
Desde o tempo que a TV era preto e branco
E que doutor, era quem sabia lê
O Elvis Presley inda era vivo
E o Michael Jackson inda era bebê)
A igreja nasceu em cinquenta e cinco
Bem no centro da cidade
Era um local bem piquininin
Mas atendia a necessidade
Por isso se chama Batista Central
Devido a sua localidade
E esse local era alugado
Tava na hora de comprar um terreno
E pois nun foi que apareceu um
E era bem pertin que tavam vendendo
Compramo em 8 prestações
E o terreno num era pequeno
Ficava na Gonçalves Lêdo
E lá ficamo um monte de ano
Por lá passaram algus pastores
Entre eles seu Chico Caetano
Mas no fim da década de 70
Num tinha niguem pastoreando
Pra vocês terem uma idéia
Do tamanho da congregação
Era só juntar os irmão tudin
Que nun cabia num caminhão
Num chegava a ter quarenta
Era 1 por cento dessa multidão
Em sua maioria Jovens
Considerados intelectuais
Pois cursavam a faculdade
E lutavam por seus ideais
Pediam a Deus que viesse um pastor
Que dali não saísse mais
Vieram alguns pra entrevista
Mas de cara eram testado
Tinham que respoder uma pergunta
E ai daquele se dissesse errado
Pense num engodo medonho
Tudim que veio saiu enrrolado
Mas surgiu um rapaizin novo
Que nos states foi formado
Era um tal de Armando Bispo
Ex-empresário endinheirado
Que largou tudo o que tinha
Pra seguir o seu chamado
Chegou aqui bem caladin
Num respodia sim, nem não
Passou mui bem no tal do teste
Tava no camin da aprovação
Ao analiserem sua vestimenta
Se arrumava só no Padrão
Terno bonito e aprumado
De gravata e colete
Calça de linho bem passada
Mas dispensava outros enfeite
Tinha um bigode bem finin
Magro que nem alfinete
A igreja nesse tempo
Era bem tradicional
Os banco tudo de madeira
Tinha tanque batismal
Bater palma na igreja
Era coisa anormal
O louvor era seleto
Só os hino do Cantor Cristão
De instrumento só o órgão
Nem pensar ter violão
Não podia tocar rock,
Reggae, funk e nem sambão
Nessa época nossa igreja
Era Batista Regular
Tinha muitas desse jeito
Espalhada no Ceará
Tudo que fizesse aqui
Tinha contas pra prestar
Essa foi também a época
Dos estudos bíblicos no lar
O pastor era convidado
Pra numa casa ir falar
"praqueles" que não eram crentes
E na igreja nao queriam pisar
Numa dessa surgiu um rapaz
Que se converteu na reunião
Tinha fama de boêmio
E tocava um bom violão
Era o Amarílio Fontenele
E aqui merece atenção
Certo dia o Amarílio
Disse que queria cantar
Uma música de sua autoria
Que a Deus ia adorar
E o pastor autorizou
O cabra subir no altar
Nesse dia o evento
Era um encontro missionário
O amarílio tocou samba
Nada haver com o hinário
O pastor ficou vermeio
E quaiz se esconde no armário
O samba era muito bonito
Mas o cabra inda tocou com violão
Pense num escândalo
Pros conservadores de plantão
Quem gostou foi a mocidade
E no pastor meteu pressão
O templo já tava pequeno
Tava na hora de se mudar
Veio então a estratégia
Na escolha do lugar
Tinha que ser um canto neutro
Pros descrentes frequentar
Então os cultos de domingo
se mudaram prum hotel
No salão do Metropolitan
Um cantin só o pitel
Os jovens universitários
Já tinham virado bacharel
Um carteiro matemático
Por lá apareceu
Se chamava Alcimou
E com ele se ergueu
O Teatro Sal da Terra
Que por anos percorreu
Percorreu essa cidade
Fazendo evangelismo
Ensinando a palavra
Ao invés de algarismo
Despertando a nação
A sair do conformismo
Uma jovenzinha americana
Com uma voz muito bonita
Foi se apresentar um dia
Na nossa igreja batista
Levou consigo um playback
E louvou a senhorita
O regente do coral
Não gostou da apresentação
Pois escutou uma bateria
Lá no fundo da canção
Disse que era absurdo
Isso na congregação
Isso num era nada
Comparado ao que viria
Um grupo chamado Milad
Que o brasil percorria
Pediu pra se apresentar
Na igreja um certo dia
Montaram os microfones
Até ai tudo bem
Mas iventaram por um baixo
E uma guitarra também
Quando montaram a bateria
Ninguém disse um amém
Cantaram um rock and roll
Que falava de Jesus
Houve palmas e dancinhas
Só faltou jogo de luz
Se uniram e pediram
Ao Pastor Bispo da Cruz
Compra logo uma bateria
Pra gente fazer o louvor
Vamo animar essa igreja
Cantando ao Senhor
E atrair novas pessoas
Entoando o seu amor
A bateria foi comprada
Mas não se podia tocar
O Bispo a deixou no canto
Pra igreja acostumar
Até que se canssaram
De pra ela só olhar
Essa foi uma nova fase
Que a igreja foi vivendo
Já não era regular
E aos poucos foi crescendo
Vendeu a Gonçalves Ledo
E comprou outro terreno
E já era de costume
Acampamento e passeio
O local era alugado
Esse era o nosso meio
Ter um sítio nosso, próprio
Esse era nosso anseio
Um desses acampamentos
Foi o acamp dos morcego
Aconteceu em maraguape
Pense num desassossego
Era num casarão tão véi
Que dava medo em muito nego
Banheiro só tinha um
Quem comia lavava o prato
Morcego tinha de ruma
Só não soube se tinha rato
Mas Deus agiu sobremaneira
E isso sim foi fato
O que foi vivido lá
Nos trouxe nova visão
Descobrimos quantos dons
Há nessa congregação
Vivendo no espírito
Foi o tema em questão
Com o dinheiro do terreno
Compramo uma bela propriedade
Esse era o Sítio Manibura
Entre o Jardim e a Cidade
Lá nois tinha acampamento
Com bem mais facilidade
E foi num acampamento
Que surgiu um festival
De música cristã
Com caráter autoral
Que seria então cantada
No culto dominical
Pensando estrategicamente
Manibura era distante
O que a gente precisava
Era um canto cativante
Que fosse perto de tudo
E cabesse um bom montante
Entao surgiu um imóvel
Num cantinho bem central
Fica no Dionísio Torres
Melhor não tinha igual
Pois cabia a igreja
E um centro educacional
Centro esse era o Kerigma
E até hoje inda estar lá
Mas voltando pra conversa
Quero bem aqui frisar
Que esse foi grande momento
Pra chegarmos até cá
Construimo um auditório
Que o teto era de palha
As viga de carnaúba
Chega o vento se espalha
Podia cair um toró
Que não se via uma falha
Pulamo de cento e onze membros
Pra trezentos e cinquenta
Lá que surgiu os EPLs
Uma grande ferramenta
De crescimento para os lideres
Que dos estudo experimenta
Nós atraimos muitos jovens
Com encontros facilitadores
Tinha o festival Canta Jovem
Revelando novos valores
E vários torneios de esporte
Atraindo jogadores
Havia o Ponto Central
Um evento da mocidade
E o trinta e quatro zero um
Conhecido na cidade
Era tanta gente nova
Que só cabia a metade
Vivemos uma grande fase
Da escola bíblica dominical
Pastor Zé vei de São Paulo
E se firmou nesse arraial
E o Alcimou que era artista
Foi consagrado no final
No final de 95
Ele virou nosso pastor
A igreja agora tinha
Mais de 600 meu senhor
Os cultos era no 7 de setembro
Pois a palhoça não comportou
Teve início os Grupos Pequenos
Separados por sessão
Tinha os grupos do Apoio
E de edificação
Tinha até de evangelismo
Cada qual sua missão
Mais na frente isso mudou
Pois não tava dando certo
Pois todas essas ações
É dever e nosso mérito
Dividir por faixa e classe
É o que era mais correto
A igreja tava crescendo
E precisava de organização
Pensar em Planejamento
Num era coisa de Deus não
Pois igreja num é empresa
E pastor num é patrão
Mas um mínimo de organização
Não era ruim, pelo contrário
Difinir crenças e valores
Era extraordinário
Ter algo bem planejado
Realmente é necessário
E apareceu os oito passos
Que a igreja ia seguir
Relacionamento integro
Tinhamos que definir
Verbalizar a fé e prática
Era algo a se cumprir
Os encontros facilitadores
E grande congregação
Eram os terceiro e quarto passo
Dessa nossa nova visão
Investir em pequenos grupos
Fazia parte da lição
O sexto passo era
Investimento no ensino
O sétimo era servir
Seja adulto ou menino
E o oitavo a mordomia
Não importa de quem seria
Masculino ou Feminino
Pra isso tudo acontecer
Na igreja em geral
Começou no acampamento
Sobre o dom espiritual
E culminou numa reforma
da rede ministerial
Um visão maravilhosa
Que brotou na congregação
No tornamos referência
Do assunto em questão
Cada um servia a Deus
Conforme o seu coração
O pagodeiro fez pagode
O rallizeiro acelerou
O surfista tirou onda
O centurião observou
O Cordelista fez poesia
O artista grafitou
Adolescentes tiveram espaço
Os jovens tambem teu o seu
O esporte com atletas de cristo
Criança no Oanse cresceu
Quem tem palavra aconselha
Seguindo o chamado de Deus
O caminho do serviço
Foi bastante preenchido
Mas o coração do homem
Machucado e ferido
Precisava de uma ajuda
Antes que fosse partido
Um programa então surgiu
E aqui foi implantado
Celebrando a Restauração
Foi assim que foi chamado
Através de 12 passos
O coração é restaurado
A igreja do serviço
Logo foi se transformando
Em algo bem maior
Maior que o coração humano
Servindo na restauração
Cuidando muito e amando
Compramo um terreno enorme
Na entrada de fortaleza
Levantamos ali um tenda
Bem branquinha, uma beleza
E foi aqui que deu início
A luta pela pureza
Em um acampamento do jovens
Com tema de sexo puro
Implantamo uma atitude
E saimos de cima da muro
Através de uma aliança
Nos guardamos pro futuro
E chega dois mil e nove
E chega uma nova visão
Nós não só temos pequenos grupos
Que só vive de reunião
Somos uma igreja de pequenos grupos
Impactando essa nação
Valei-me meu Deus do céu
O fim do ano já chegou
Inda me lembro do ano passado
Do desafio que o pastor lançou
Fincou em nóis raizes e rumos
E durante o ano todin adubou
Pense num adubo bom
Com a igreja todinha mexeu
Buliu com os jovens e as crianças
Muuuita gente se converteu
Num reparou não nas cara nova
Que a mão no culto estendeu?
Pois foi sim senhor...
Deus já fez muita coisa nessa IBC
Desde o tempo que a TV era preto e branco
E que doutor, era quem sabia lê
O Elvis Presley inda era vivo
E o Michael Jackson inda era bebê)
A igreja nasceu em cinquenta e cinco
Bem no centro da cidade
Era um local bem piquininin
Mas atendia a necessidade
Por isso se chama Batista Central
Devido a sua localidade
E esse local era alugado
Tava na hora de comprar um terreno
E pois nun foi que apareceu um
E era bem pertin que tavam vendendo
Compramo em 8 prestações
E o terreno num era pequeno
Ficava na Gonçalves Lêdo
E lá ficamo um monte de ano
Por lá passaram algus pastores
Entre eles seu Chico Caetano
Mas no fim da década de 70
Num tinha niguem pastoreando
Pra vocês terem uma idéia
Do tamanho da congregação
Era só juntar os irmão tudin
Que nun cabia num caminhão
Num chegava a ter quarenta
Era 1 por cento dessa multidão
Em sua maioria Jovens
Considerados intelectuais
Pois cursavam a faculdade
E lutavam por seus ideais
Pediam a Deus que viesse um pastor
Que dali não saísse mais
Vieram alguns pra entrevista
Mas de cara eram testado
Tinham que respoder uma pergunta
E ai daquele se dissesse errado
Pense num engodo medonho
Tudim que veio saiu enrrolado
Mas surgiu um rapaizin novo
Que nos states foi formado
Era um tal de Armando Bispo
Ex-empresário endinheirado
Que largou tudo o que tinha
Pra seguir o seu chamado
Chegou aqui bem caladin
Num respodia sim, nem não
Passou mui bem no tal do teste
Tava no camin da aprovação
Ao analiserem sua vestimenta
Se arrumava só no Padrão
Terno bonito e aprumado
De gravata e colete
Calça de linho bem passada
Mas dispensava outros enfeite
Tinha um bigode bem finin
Magro que nem alfinete
A igreja nesse tempo
Era bem tradicional
Os banco tudo de madeira
Tinha tanque batismal
Bater palma na igreja
Era coisa anormal
O louvor era seleto
Só os hino do Cantor Cristão
De instrumento só o órgão
Nem pensar ter violão
Não podia tocar rock,
Reggae, funk e nem sambão
Nessa época nossa igreja
Era Batista Regular
Tinha muitas desse jeito
Espalhada no Ceará
Tudo que fizesse aqui
Tinha contas pra prestar
Essa foi também a época
Dos estudos bíblicos no lar
O pastor era convidado
Pra numa casa ir falar
"praqueles" que não eram crentes
E na igreja nao queriam pisar
Numa dessa surgiu um rapaz
Que se converteu na reunião
Tinha fama de boêmio
E tocava um bom violão
Era o Amarílio Fontenele
E aqui merece atenção
Certo dia o Amarílio
Disse que queria cantar
Uma música de sua autoria
Que a Deus ia adorar
E o pastor autorizou
O cabra subir no altar
Nesse dia o evento
Era um encontro missionário
O amarílio tocou samba
Nada haver com o hinário
O pastor ficou vermeio
E quaiz se esconde no armário
O samba era muito bonito
Mas o cabra inda tocou com violão
Pense num escândalo
Pros conservadores de plantão
Quem gostou foi a mocidade
E no pastor meteu pressão
O templo já tava pequeno
Tava na hora de se mudar
Veio então a estratégia
Na escolha do lugar
Tinha que ser um canto neutro
Pros descrentes frequentar
Então os cultos de domingo
se mudaram prum hotel
No salão do Metropolitan
Um cantin só o pitel
Os jovens universitários
Já tinham virado bacharel
Um carteiro matemático
Por lá apareceu
Se chamava Alcimou
E com ele se ergueu
O Teatro Sal da Terra
Que por anos percorreu
Percorreu essa cidade
Fazendo evangelismo
Ensinando a palavra
Ao invés de algarismo
Despertando a nação
A sair do conformismo
Uma jovenzinha americana
Com uma voz muito bonita
Foi se apresentar um dia
Na nossa igreja batista
Levou consigo um playback
E louvou a senhorita
O regente do coral
Não gostou da apresentação
Pois escutou uma bateria
Lá no fundo da canção
Disse que era absurdo
Isso na congregação
Isso num era nada
Comparado ao que viria
Um grupo chamado Milad
Que o brasil percorria
Pediu pra se apresentar
Na igreja um certo dia
Montaram os microfones
Até ai tudo bem
Mas iventaram por um baixo
E uma guitarra também
Quando montaram a bateria
Ninguém disse um amém
Cantaram um rock and roll
Que falava de Jesus
Houve palmas e dancinhas
Só faltou jogo de luz
Se uniram e pediram
Ao Pastor Bispo da Cruz
Compra logo uma bateria
Pra gente fazer o louvor
Vamo animar essa igreja
Cantando ao Senhor
E atrair novas pessoas
Entoando o seu amor
A bateria foi comprada
Mas não se podia tocar
O Bispo a deixou no canto
Pra igreja acostumar
Até que se canssaram
De pra ela só olhar
Essa foi uma nova fase
Que a igreja foi vivendo
Já não era regular
E aos poucos foi crescendo
Vendeu a Gonçalves Ledo
E comprou outro terreno
E já era de costume
Acampamento e passeio
O local era alugado
Esse era o nosso meio
Ter um sítio nosso, próprio
Esse era nosso anseio
Um desses acampamentos
Foi o acamp dos morcego
Aconteceu em maraguape
Pense num desassossego
Era num casarão tão véi
Que dava medo em muito nego
Banheiro só tinha um
Quem comia lavava o prato
Morcego tinha de ruma
Só não soube se tinha rato
Mas Deus agiu sobremaneira
E isso sim foi fato
O que foi vivido lá
Nos trouxe nova visão
Descobrimos quantos dons
Há nessa congregação
Vivendo no espírito
Foi o tema em questão
Com o dinheiro do terreno
Compramo uma bela propriedade
Esse era o Sítio Manibura
Entre o Jardim e a Cidade
Lá nois tinha acampamento
Com bem mais facilidade
E foi num acampamento
Que surgiu um festival
De música cristã
Com caráter autoral
Que seria então cantada
No culto dominical
Pensando estrategicamente
Manibura era distante
O que a gente precisava
Era um canto cativante
Que fosse perto de tudo
E cabesse um bom montante
Entao surgiu um imóvel
Num cantinho bem central
Fica no Dionísio Torres
Melhor não tinha igual
Pois cabia a igreja
E um centro educacional
Centro esse era o Kerigma
E até hoje inda estar lá
Mas voltando pra conversa
Quero bem aqui frisar
Que esse foi grande momento
Pra chegarmos até cá
Construimo um auditório
Que o teto era de palha
As viga de carnaúba
Chega o vento se espalha
Podia cair um toró
Que não se via uma falha
Pulamo de cento e onze membros
Pra trezentos e cinquenta
Lá que surgiu os EPLs
Uma grande ferramenta
De crescimento para os lideres
Que dos estudo experimenta
Nós atraimos muitos jovens
Com encontros facilitadores
Tinha o festival Canta Jovem
Revelando novos valores
E vários torneios de esporte
Atraindo jogadores
Havia o Ponto Central
Um evento da mocidade
E o trinta e quatro zero um
Conhecido na cidade
Era tanta gente nova
Que só cabia a metade
Vivemos uma grande fase
Da escola bíblica dominical
Pastor Zé vei de São Paulo
E se firmou nesse arraial
E o Alcimou que era artista
Foi consagrado no final
No final de 95
Ele virou nosso pastor
A igreja agora tinha
Mais de 600 meu senhor
Os cultos era no 7 de setembro
Pois a palhoça não comportou
Teve início os Grupos Pequenos
Separados por sessão
Tinha os grupos do Apoio
E de edificação
Tinha até de evangelismo
Cada qual sua missão
Mais na frente isso mudou
Pois não tava dando certo
Pois todas essas ações
É dever e nosso mérito
Dividir por faixa e classe
É o que era mais correto
A igreja tava crescendo
E precisava de organização
Pensar em Planejamento
Num era coisa de Deus não
Pois igreja num é empresa
E pastor num é patrão
Mas um mínimo de organização
Não era ruim, pelo contrário
Difinir crenças e valores
Era extraordinário
Ter algo bem planejado
Realmente é necessário
E apareceu os oito passos
Que a igreja ia seguir
Relacionamento integro
Tinhamos que definir
Verbalizar a fé e prática
Era algo a se cumprir
Os encontros facilitadores
E grande congregação
Eram os terceiro e quarto passo
Dessa nossa nova visão
Investir em pequenos grupos
Fazia parte da lição
O sexto passo era
Investimento no ensino
O sétimo era servir
Seja adulto ou menino
E o oitavo a mordomia
Não importa de quem seria
Masculino ou Feminino
Pra isso tudo acontecer
Na igreja em geral
Começou no acampamento
Sobre o dom espiritual
E culminou numa reforma
da rede ministerial
Um visão maravilhosa
Que brotou na congregação
No tornamos referência
Do assunto em questão
Cada um servia a Deus
Conforme o seu coração
O pagodeiro fez pagode
O rallizeiro acelerou
O surfista tirou onda
O centurião observou
O Cordelista fez poesia
O artista grafitou
Adolescentes tiveram espaço
Os jovens tambem teu o seu
O esporte com atletas de cristo
Criança no Oanse cresceu
Quem tem palavra aconselha
Seguindo o chamado de Deus
O caminho do serviço
Foi bastante preenchido
Mas o coração do homem
Machucado e ferido
Precisava de uma ajuda
Antes que fosse partido
Um programa então surgiu
E aqui foi implantado
Celebrando a Restauração
Foi assim que foi chamado
Através de 12 passos
O coração é restaurado
A igreja do serviço
Logo foi se transformando
Em algo bem maior
Maior que o coração humano
Servindo na restauração
Cuidando muito e amando
Compramo um terreno enorme
Na entrada de fortaleza
Levantamos ali um tenda
Bem branquinha, uma beleza
E foi aqui que deu início
A luta pela pureza
Em um acampamento do jovens
Com tema de sexo puro
Implantamo uma atitude
E saimos de cima da muro
Através de uma aliança
Nos guardamos pro futuro
E chega dois mil e nove
E chega uma nova visão
Nós não só temos pequenos grupos
Que só vive de reunião
Somos uma igreja de pequenos grupos
Impactando essa nação
13/12/2009
O Judeu e a Samaritana
Autor: Fernando Paixão
Vou contar uma história
Que é de todos conhecida
Está no livro sagrado
Por João desenvolvida
Porém agora em cordel
A história será lida
O Evangelho de João
Tem jeito peculiar
Dos outros três se difere
É uma obra singular
No bojo das escrituras
POssui beleza sem par
Das histórias contidas
No Evangelho de João
Tem uma delas que quero
Chamar bem a atenção
A mulher que conversava
Com Jesus no cacimbão
O cacimbão era o poço
Do patriarca Jacó
Tinha muita tradição
Antigo como ele só
Ficava na Samaria
Terra onde viveu Ló
Quero antes explicar
Porque é que a Samaria
Era muito desprezada
Pela região judia
Não havia um judeu
Que ali passasse um dia
Samaria é a mesma
Terra por Deus prometida
Mas no decorrer da história
Teve que ser repartida
No tempo da monarquia
Norte e Sul foi dividida
No tempo de Salomão
A população no Norte
Reclamava dia e noite
A sua falta de sorte
Era tanto do tributo
Que o pobre via a morte
A população do Norte
POr causa da repressão
Fez um grande movimento
Pela emancipação
Conseguiram a liberdade
No tempo de Roboão
Roboão era um dos filhos
Herdeiros de Salomão
Não teve sabedoria
Pra governar a nação
E então se deu origem
No país a divisão
Joroboão foi o rei
Que ao norte governou
No sul ficou Roboão
Que o povo rejeitou
E no fim dessa história
O povo foi quem pagou
A nação enfraquecida
Ficou muito vulnerável
Os assírios invadiram
Era tudo inevitável
Destruíram sem piedade
Que desastre lamentável
Rei Oséias governava
Nesse tempo a Samaria
E em sete vinte e dois
Foi o ano da sangria
E o povo de Israel
Nunca mais teve alegria
O povo foi deportado
Para as terras estrangeiras
A dominação assíria
Expandiu suas fronteiras
Samaria foi aos poucos
Esquecendo suas maneiras
No Norte não se ligava
Muito pra religião
Aquela oficial
Que se tinha obirgação
De no templo cultuar
O Deus do pai Abraão
Nos costumes estrangeiros
Todos iam se envolvendo
Pouco a pouco a Samaria
Sua fé foi esquecendo
O respeito de Judá
Samaria foi perdendo
Judá, reino do sul;
Capital Jerusalém
Conservava a lei do templo
E era radical também
Não queria que a lei fosse
Violada por ninguém
O tempo foi se passando
E no tempo de Jesus
o judeu conservador
Que a lei de Deus conduz
Causava tanta injustiça
Pela forma que a traduz
Dizia sempre o judeu
A Samaria não presta
Pois sua população
É impura tem aresta
Judá é o povo santo
Que na terra ainda resta
Agora caro leitor!
Podemos continuar
A história que eu estava
Começando a contar
Da mulher que com Jesus
Pegou-se a conversar
Era uma samaritana
Aquela mulher do poço
Ficou tão admirada
Com aquele homem moço
Quebrando grande tabu
Sem fazer nenhum esforço
Jesus era um judeu
Não podia conversar
Com mulher da Samaria
Ou qualquer outro lugar
Para o homem era feio
Esta atitude tomar
Agora eu vou contar
Como diz a escritura
A conversa de Jesus
Com aquela criatura
Tinha o coração aberto
Só não era casta e pura
Jesus Cristo caminhava
Por toda a região
Em lugarejos e vilas
Pra fazer a pregação
E esteve na Judéia
Pra cumprir sua missão
Passou pela Samaria
Pra chegar na Galiléia
Por causa dos fariseus
Jesus mudou de idéia
Não podendo mais ficar
Foi saindo da Judéia
E no meio do caminho
Na cidade de Sicar
Jesus estava passando
Ali decidiu ficar
pois já era meio dia
Foi preciso descansar
Sentindo fome e sede
Jesus se aproximou
D'uma mulher que estava
No poço, ela olhou...
Dê-me um pouco desta água
Foi o que Jesus falou
Os discípulos de Jesus
Tinha ido pra cidade
Pra comprar o alimento
Pra sua necessidade
Ficou Jesus e a mulher
Naquela localidade
A mulher se espantou
Porque nada entendia
Como é que um judeu
Desta água lhe pedia
E quem era aquele homem
Ela ainda não sabia
Pois eu sou a Água Viva
O Cristo se revelava
Aquela mulher sorria
Sem saber que se tratava
Dá água vivificante
Que a sede saciava
A mulher disse a Jesus
Que o poço era fundo
E Jesus com paciência
Lançou-lhe um olhar profundo
tinha em seu coração
O maior amor do mundo
E Jesus já foi dizendo
Desta água quem beber,
Não terá sede jamais
Para sempre vai viver
Nascerá pra vida eterna
Quem a água conhecer
Jesus Cristo ao dizer
Pra mulher quem ele era
Falou de uma verdade
Que não era um quimera
Que ele é o Salvador
Que o mundo tanto espera
Era tanto preconceito
Sobre aquela infeliz
Somente por ser mulher
E ser uma meretriz
Por viver na Samaria
Ela não era feliz
Mas Jesus ao vê-la assim
Desprezada pelo povo
Olhando-a com ternura
Ela disse: eu te louvo
Esta cena eu sei que foi
Acontecimento novo
Agora veja o leitor
O que faz o Nazareno
Amou aquela mulher
Com amor doce e sereno
E pra ela declarou-se
Com o seu gesto ameno
Não foi para o judeu
Que Jesus se revelou
Este povo prepotente
Jesus não abençoou
Foi para a samaritana
Que Jesus se declarou
Isso mostra que a lei
Não é para escravizar
Deve estar sempre a serviço
E à pessoa libertar
Quem se apega tanto à lei
Não sabe o que é amar
Sei que aquele encontro foi
Pra nos dá essa lição
Que a pessoa vale mais
Do que uma prescrição
Quem condena um pecador
Não está sendo cristão
Meu trabalho chega ao fim
Da história fui fiel
Deus me deu sabedoria
Pra escrever esse cordel
Retratando um episódio
Da história de Israel
Vou contar uma história
Que é de todos conhecida
Está no livro sagrado
Por João desenvolvida
Porém agora em cordel
A história será lida
O Evangelho de João
Tem jeito peculiar
Dos outros três se difere
É uma obra singular
No bojo das escrituras
POssui beleza sem par
Das histórias contidas
No Evangelho de João
Tem uma delas que quero
Chamar bem a atenção
A mulher que conversava
Com Jesus no cacimbão
O cacimbão era o poço
Do patriarca Jacó
Tinha muita tradição
Antigo como ele só
Ficava na Samaria
Terra onde viveu Ló
Quero antes explicar
Porque é que a Samaria
Era muito desprezada
Pela região judia
Não havia um judeu
Que ali passasse um dia
Samaria é a mesma
Terra por Deus prometida
Mas no decorrer da história
Teve que ser repartida
No tempo da monarquia
Norte e Sul foi dividida
No tempo de Salomão
A população no Norte
Reclamava dia e noite
A sua falta de sorte
Era tanto do tributo
Que o pobre via a morte
A população do Norte
POr causa da repressão
Fez um grande movimento
Pela emancipação
Conseguiram a liberdade
No tempo de Roboão
Roboão era um dos filhos
Herdeiros de Salomão
Não teve sabedoria
Pra governar a nação
E então se deu origem
No país a divisão
Joroboão foi o rei
Que ao norte governou
No sul ficou Roboão
Que o povo rejeitou
E no fim dessa história
O povo foi quem pagou
A nação enfraquecida
Ficou muito vulnerável
Os assírios invadiram
Era tudo inevitável
Destruíram sem piedade
Que desastre lamentável
Rei Oséias governava
Nesse tempo a Samaria
E em sete vinte e dois
Foi o ano da sangria
E o povo de Israel
Nunca mais teve alegria
O povo foi deportado
Para as terras estrangeiras
A dominação assíria
Expandiu suas fronteiras
Samaria foi aos poucos
Esquecendo suas maneiras
No Norte não se ligava
Muito pra religião
Aquela oficial
Que se tinha obirgação
De no templo cultuar
O Deus do pai Abraão
Nos costumes estrangeiros
Todos iam se envolvendo
Pouco a pouco a Samaria
Sua fé foi esquecendo
O respeito de Judá
Samaria foi perdendo
Judá, reino do sul;
Capital Jerusalém
Conservava a lei do templo
E era radical também
Não queria que a lei fosse
Violada por ninguém
O tempo foi se passando
E no tempo de Jesus
o judeu conservador
Que a lei de Deus conduz
Causava tanta injustiça
Pela forma que a traduz
Dizia sempre o judeu
A Samaria não presta
Pois sua população
É impura tem aresta
Judá é o povo santo
Que na terra ainda resta
Agora caro leitor!
Podemos continuar
A história que eu estava
Começando a contar
Da mulher que com Jesus
Pegou-se a conversar
Era uma samaritana
Aquela mulher do poço
Ficou tão admirada
Com aquele homem moço
Quebrando grande tabu
Sem fazer nenhum esforço
Jesus era um judeu
Não podia conversar
Com mulher da Samaria
Ou qualquer outro lugar
Para o homem era feio
Esta atitude tomar
Agora eu vou contar
Como diz a escritura
A conversa de Jesus
Com aquela criatura
Tinha o coração aberto
Só não era casta e pura
Jesus Cristo caminhava
Por toda a região
Em lugarejos e vilas
Pra fazer a pregação
E esteve na Judéia
Pra cumprir sua missão
Passou pela Samaria
Pra chegar na Galiléia
Por causa dos fariseus
Jesus mudou de idéia
Não podendo mais ficar
Foi saindo da Judéia
E no meio do caminho
Na cidade de Sicar
Jesus estava passando
Ali decidiu ficar
pois já era meio dia
Foi preciso descansar
Sentindo fome e sede
Jesus se aproximou
D'uma mulher que estava
No poço, ela olhou...
Dê-me um pouco desta água
Foi o que Jesus falou
Os discípulos de Jesus
Tinha ido pra cidade
Pra comprar o alimento
Pra sua necessidade
Ficou Jesus e a mulher
Naquela localidade
A mulher se espantou
Porque nada entendia
Como é que um judeu
Desta água lhe pedia
E quem era aquele homem
Ela ainda não sabia
Pois eu sou a Água Viva
O Cristo se revelava
Aquela mulher sorria
Sem saber que se tratava
Dá água vivificante
Que a sede saciava
A mulher disse a Jesus
Que o poço era fundo
E Jesus com paciência
Lançou-lhe um olhar profundo
tinha em seu coração
O maior amor do mundo
E Jesus já foi dizendo
Desta água quem beber,
Não terá sede jamais
Para sempre vai viver
Nascerá pra vida eterna
Quem a água conhecer
Jesus Cristo ao dizer
Pra mulher quem ele era
Falou de uma verdade
Que não era um quimera
Que ele é o Salvador
Que o mundo tanto espera
Era tanto preconceito
Sobre aquela infeliz
Somente por ser mulher
E ser uma meretriz
Por viver na Samaria
Ela não era feliz
Mas Jesus ao vê-la assim
Desprezada pelo povo
Olhando-a com ternura
Ela disse: eu te louvo
Esta cena eu sei que foi
Acontecimento novo
Agora veja o leitor
O que faz o Nazareno
Amou aquela mulher
Com amor doce e sereno
E pra ela declarou-se
Com o seu gesto ameno
Não foi para o judeu
Que Jesus se revelou
Este povo prepotente
Jesus não abençoou
Foi para a samaritana
Que Jesus se declarou
Isso mostra que a lei
Não é para escravizar
Deve estar sempre a serviço
E à pessoa libertar
Quem se apega tanto à lei
Não sabe o que é amar
Sei que aquele encontro foi
Pra nos dá essa lição
Que a pessoa vale mais
Do que uma prescrição
Quem condena um pecador
Não está sendo cristão
Meu trabalho chega ao fim
Da história fui fiel
Deus me deu sabedoria
Pra escrever esse cordel
Retratando um episódio
Da história de Israel
08/10/2009
Juntos servindo em amor
Autor: Euriano Sales
Hoje é dia de culto
E nós aqui “tamo” esperando
Começar a programação
E ouvir o pastor Armando
Falar sobre servir JUNTOS
E a gente só escutando
Quando acaba nós “vamo” embora
As vezes empilha as cadeiras
Mas será só isso que devemos fazer?
Não existe outras maneiras?
Como faço para ajudar
Os companheiros e a companheiras?
Se você olhar ao redor
Vai ver que não falta serviço
De cara já vê os Centuriões
E não se faça de omisso
Seu carro tá bem “guardadin”
Todo mundo sabe disso.
As crianças tem seu cantinho
O Futuro dessa Geração
Mas pra cuidar da criançada
Sempre é bom mais uma mão
Quem sabe não falta você
Pra impactar essa geração?
Se estou com fome vou na Cantina
Mas antes passo pela Recepção
Pra ler um livro na Biblioteca
Pra informação vou no Conexão
Ao ver as cadeiras lembro da Logística
Lembro do Som ao ouvir a canção.
O culto é todo Filmado
Mas pra isso precisa de gente
Se tem Teatro precisa de ator
Nos Bastidores tem gente presente
Se eu pensar que pra tudo há alguém
Não vai faltar serviço na mente.
Servir Juntos é a palavra de ordem
Juntos servindo ao Senhor
Juntos em prol do reino
Juntos com muito fervor
Juntos com muita alegria
Juntos servindo em amor.
Hoje é dia de culto
E nós aqui “tamo” esperando
Começar a programação
E ouvir o pastor Armando
Falar sobre servir JUNTOS
E a gente só escutando
Quando acaba nós “vamo” embora
As vezes empilha as cadeiras
Mas será só isso que devemos fazer?
Não existe outras maneiras?
Como faço para ajudar
Os companheiros e a companheiras?
Se você olhar ao redor
Vai ver que não falta serviço
De cara já vê os Centuriões
E não se faça de omisso
Seu carro tá bem “guardadin”
Todo mundo sabe disso.
As crianças tem seu cantinho
O Futuro dessa Geração
Mas pra cuidar da criançada
Sempre é bom mais uma mão
Quem sabe não falta você
Pra impactar essa geração?
Se estou com fome vou na Cantina
Mas antes passo pela Recepção
Pra ler um livro na Biblioteca
Pra informação vou no Conexão
Ao ver as cadeiras lembro da Logística
Lembro do Som ao ouvir a canção.
O culto é todo Filmado
Mas pra isso precisa de gente
Se tem Teatro precisa de ator
Nos Bastidores tem gente presente
Se eu pensar que pra tudo há alguém
Não vai faltar serviço na mente.
Servir Juntos é a palavra de ordem
Juntos servindo ao Senhor
Juntos em prol do reino
Juntos com muito fervor
Juntos com muita alegria
Juntos servindo em amor.
29/06/2009
Surf House - Casa dos Surfistas
Autor: Euriano Sales
Desenhos: Cauê Pascoa
Este vídeo é um cordel animado contando a história de um jovem surfista que teve um sonho de construir uma Casa para Surfistas, Surf House, onde pudessem ali compartilhar a mensagem do criador das ondas, Deus.
Desenhos: Cauê Pascoa
Este vídeo é um cordel animado contando a história de um jovem surfista que teve um sonho de construir uma Casa para Surfistas, Surf House, onde pudessem ali compartilhar a mensagem do criador das ondas, Deus.
28/05/2009
GALOPE A BEIRA MAR – NOVO TESTAMENTO
Autor: Fernando Paixão
Eu lembro que o povo lá da Galiléia
No tempo passado esperava o Messias
Até que cessou a contagem dos dias
Surgindo do meio da classe plebéia
Um jovem pregando pra sua platéia
Dizendo que as coisas precisam mudar
E chama discípulos pra lhe ajudar
Convidando gente do campo e da praça
Chamou pescadores que viu na barcaça
Cantando galope na beira do mar.
Tudo começou quando na Palestina
O povo amargava uma forte opressão
Sofrendo sonhava por libertação
E de Nazaré uma jovem menina
Tão doce, inocente, pura e pequenina
Um anjo aparece pra lhe avisar
Que seu ventre puro iria gerar
Um filho que ia ser grande poeta
Salvador e santo, pastor e profeta
Cantando galope na beira do mar.
A jovem assustada prostrou-se no chão
Dizendo que aquilo não era possível
Mas a pulsação do seu peito sensível
Qual jovem criança quase sem razão
Dizendo pro anjo: não tenho varão
Por isso não posso esse filho gerar
Mas, faça-se em mim o que Deus desejar
Pra Deus quero ser uma serva fiel
Cantando louvores ao Deus de Israel
Nos dez de galope na beira do mar.
O tempo passou e o povo escutava
A voz que clamava no alto deserto
Pra cima, pra baixo, pra longe e pra perto
Soava essa voz que o profeta pregava
Nas águas do rio também batizava
Pedindo ao povo pra se preparar:
Que nosso Messias não tarda a chegar
- Batizo com água começando o jogo
Mas ele batiza com Espírito e com fogo
Cantando galope na beira do mar.
Jesus aparece para João Batista
Mergulha nas águas do Rio Jordão
Quando se batiza tem uma visão
Narrada no livro do Evangelista
O céu se abrindo diante da vista
Palavra serena ele ouve no ar
O Espírito Santo vem sobrevoar
Jesus nessa hora se faz consciente
Que ele é o Filho do Onipotente
Cantando galope na beira do mar.
E para o deserto ele foi conduzido
A soma dos dias contava quarenta
Jesus persevera, se esforça e enfrenta
Todo pesadelo por ele sofrido
Escuta uma voz lhe falando no ouvido
Eu tenho poderes pra lhe ofertar
Porém Jesus Cristo se fez superar
Não foi seduzido por seu inimigo
Com a força de Deus se livrou do perigo
Cantando galope na beira do mar.
E assim começou para o pobre e pequeno
Feliz despontar de uma nova bonança
Porque nessa hora a finada esperança
Já ressuscitava em Jesus Nazareno
Aquele rapaz com aspecto sereno
Com plenos poderes se pôs a pregar
Chamando os pequenos para celebrar
Seu Reino de paz, de justiça e igualdade
Um Reino onde impera somente a verdade
Nos dez de galope na beira do mar.
A sua mensagem não foi escutada
Por gente importante da sua nação
Porém encantando toda multidão
A boa semente da paz foi plantada
Mas foi o Sinédrio que armou a cilada
Dizendo: esse homem nós vamos calar
Prenderam, julgaram para o condenar
A morte cruel duma cruz amargou
No terceiro dia ele ressuscitou
Cantando galope na beira do mar.
Eu lembro que o povo lá da Galiléia
No tempo passado esperava o Messias
Até que cessou a contagem dos dias
Surgindo do meio da classe plebéia
Um jovem pregando pra sua platéia
Dizendo que as coisas precisam mudar
E chama discípulos pra lhe ajudar
Convidando gente do campo e da praça
Chamou pescadores que viu na barcaça
Cantando galope na beira do mar.
Tudo começou quando na Palestina
O povo amargava uma forte opressão
Sofrendo sonhava por libertação
E de Nazaré uma jovem menina
Tão doce, inocente, pura e pequenina
Um anjo aparece pra lhe avisar
Que seu ventre puro iria gerar
Um filho que ia ser grande poeta
Salvador e santo, pastor e profeta
Cantando galope na beira do mar.
A jovem assustada prostrou-se no chão
Dizendo que aquilo não era possível
Mas a pulsação do seu peito sensível
Qual jovem criança quase sem razão
Dizendo pro anjo: não tenho varão
Por isso não posso esse filho gerar
Mas, faça-se em mim o que Deus desejar
Pra Deus quero ser uma serva fiel
Cantando louvores ao Deus de Israel
Nos dez de galope na beira do mar.
O tempo passou e o povo escutava
A voz que clamava no alto deserto
Pra cima, pra baixo, pra longe e pra perto
Soava essa voz que o profeta pregava
Nas águas do rio também batizava
Pedindo ao povo pra se preparar:
Que nosso Messias não tarda a chegar
- Batizo com água começando o jogo
Mas ele batiza com Espírito e com fogo
Cantando galope na beira do mar.
Jesus aparece para João Batista
Mergulha nas águas do Rio Jordão
Quando se batiza tem uma visão
Narrada no livro do Evangelista
O céu se abrindo diante da vista
Palavra serena ele ouve no ar
O Espírito Santo vem sobrevoar
Jesus nessa hora se faz consciente
Que ele é o Filho do Onipotente
Cantando galope na beira do mar.
E para o deserto ele foi conduzido
A soma dos dias contava quarenta
Jesus persevera, se esforça e enfrenta
Todo pesadelo por ele sofrido
Escuta uma voz lhe falando no ouvido
Eu tenho poderes pra lhe ofertar
Porém Jesus Cristo se fez superar
Não foi seduzido por seu inimigo
Com a força de Deus se livrou do perigo
Cantando galope na beira do mar.
E assim começou para o pobre e pequeno
Feliz despontar de uma nova bonança
Porque nessa hora a finada esperança
Já ressuscitava em Jesus Nazareno
Aquele rapaz com aspecto sereno
Com plenos poderes se pôs a pregar
Chamando os pequenos para celebrar
Seu Reino de paz, de justiça e igualdade
Um Reino onde impera somente a verdade
Nos dez de galope na beira do mar.
A sua mensagem não foi escutada
Por gente importante da sua nação
Porém encantando toda multidão
A boa semente da paz foi plantada
Mas foi o Sinédrio que armou a cilada
Dizendo: esse homem nós vamos calar
Prenderam, julgaram para o condenar
A morte cruel duma cruz amargou
No terceiro dia ele ressuscitou
Cantando galope na beira do mar.
O VALOR DA RESSURREIÇÃO
Autor: Euriano Sales
Grandes reis, grandes juizes
Grandes magos e profetas
Grandes homens desse mundo
Cantores, Artistas e Atletas
Cientistas, Generais, Presidentes
Todos eles tiveram uma meta
Muitos deles a cumpriram
Começou e Terminou
Mas teve gente que infelizmente
No meio do caminho ficou
Morreram antes da hora
E nunca ressuscitou
Livros incompletos
Teorias inacabadas
Mandatos não cumpridos
Guerras não finalizadas
Obras interrompidas
Esperanças derrubadas
Tem profeta que foi e nao veio
E tem gente que ainda espera
Maomé, Buda, Zoroastro
Cada um em sua era
Estão mortos e enterrados
E o povo ainda venera
Como pode alguém venerar
Um ser igual a mim
Eu mesmo é que não queria
Crer num deus assim
No aperreio pra quem eu apelo?
Um ser que já teve seu fim?
Eu quero algo diferente
Que seja maior do que Eu
Que seja maior que o mundo
Maior do que os anjos de Deus
Prefiro crer em alguem
Que até a morte venceu
Dessa forma eu tenho esperança
A morte nao é o fim do meu mundo
Pois prefiro crer na vitória
Ainda que seja absurdo
Quem disse que a morte é lucro
Entendeu o sentido de tudo
Resolvi então adorar
Esse alguém que eu imaginei
Será que existe um ser assim?
Entre os profetas, deuses e Rei?
Se existe com certeza
É a ele que eu seguirei
Procurei no dicionário
Começando na letra A
Acabei não demorando muito
Pois no J, lá está
Esse alguém que eu procurava
Era Jesus, Leão de Judá
Carpinteiro e Profeta,
Foi homem, é Deus e Rei
É maior do que o mundo
Maior de todos que eu falei
Venceu povos e culturas
Sem burlar nenhuma lei
Dividiu a história no meio
Antes e depois de Cristo
Deu visão a quem foi cego
Fez milagres imprevistos
Tudo o que ele previu
Aconteceu como foi dito
Perseguido ele foi
E numa cruz foi pendurado
Morreu como foi previsto
Passou três dia enterrado
Mas foi o único que ressucitou
E o seu trabalho terminado
Grandes reis, grandes juizes
Grandes magos e profetas
Grandes homens desse mundo
Cantores, Artistas e Atletas
Cientistas, Generais, Presidentes
Todos eles tiveram uma meta
Muitos deles a cumpriram
Começou e Terminou
Mas teve gente que infelizmente
No meio do caminho ficou
Morreram antes da hora
E nunca ressuscitou
Livros incompletos
Teorias inacabadas
Mandatos não cumpridos
Guerras não finalizadas
Obras interrompidas
Esperanças derrubadas
Tem profeta que foi e nao veio
E tem gente que ainda espera
Maomé, Buda, Zoroastro
Cada um em sua era
Estão mortos e enterrados
E o povo ainda venera
Como pode alguém venerar
Um ser igual a mim
Eu mesmo é que não queria
Crer num deus assim
No aperreio pra quem eu apelo?
Um ser que já teve seu fim?
Eu quero algo diferente
Que seja maior do que Eu
Que seja maior que o mundo
Maior do que os anjos de Deus
Prefiro crer em alguem
Que até a morte venceu
Dessa forma eu tenho esperança
A morte nao é o fim do meu mundo
Pois prefiro crer na vitória
Ainda que seja absurdo
Quem disse que a morte é lucro
Entendeu o sentido de tudo
Resolvi então adorar
Esse alguém que eu imaginei
Será que existe um ser assim?
Entre os profetas, deuses e Rei?
Se existe com certeza
É a ele que eu seguirei
Procurei no dicionário
Começando na letra A
Acabei não demorando muito
Pois no J, lá está
Esse alguém que eu procurava
Era Jesus, Leão de Judá
Carpinteiro e Profeta,
Foi homem, é Deus e Rei
É maior do que o mundo
Maior de todos que eu falei
Venceu povos e culturas
Sem burlar nenhuma lei
Dividiu a história no meio
Antes e depois de Cristo
Deu visão a quem foi cego
Fez milagres imprevistos
Tudo o que ele previu
Aconteceu como foi dito
Perseguido ele foi
E numa cruz foi pendurado
Morreu como foi previsto
Passou três dia enterrado
Mas foi o único que ressucitou
E o seu trabalho terminado
Assinar:
Postagens (Atom)